Erro
  • Erro ao carregar componente: com_imageshow, 1

Grupo Terrorismo Nunca Mais

O início da década de 60 caracterizou-se, no Brasil, pelo agressivo ressurgimento do movimento comunista, que já havia sido debelado nos idos de 1935.

Impregnados de ideologias importadas, os comunistas brasileiros insuflavam a população e arquitetavam um golpe de estado, buscando a tomada do poder por meio de lutas no campo (Ligas Camponesas e Grupos dos 11) e nas cidades (instabilização da política, greves sindicais e subversão hierárquica nas Forças Armadas).

A sociedade brasileira, inquieta, exigiu uma resposta firme das Forças Armadas, que veio desaguar na Revolução de 31 de Março de 1964, desencadeada para dar um basta no caos social que se avizinhava.

A partir de meados da década de 60, o Brasil passou a ser convulsionado por atentados diversos. Assassinatos, assaltos a quartéis, bancos e casas comerciais, explosões de bombas e seqüestros de embaixadores e de aviões delinearam um nítido quadro de terrorismo e de violência que surpreendeu as nossas autoridades, ferindo e matando inocentes e integrantes das forças legais, ainda não preparadas para tal tipo de luta suja.

A manhã de 25 de julho de 1966 pode ser considerada como o marco inicial da ação terrorista no Brasil, quando três bombas explodiram no Recife, das quais a mais hedionda foi a do Aeroporto Internacional de Guararapes, que pretendia eliminar o candidato a Presidente da República, General Costa e Silva, mesmo que, para isso, inocentes fossem sacrificados. No total das covardes explosões, 2 pessoas morreram - um jornalista e um almirante reformado - e 16 ficaram feridas, das quais 13 eram civis, entre jornalistas, estudantes, professores, advogados e funcionários públicos, além de uma criança de 6 anos.

Foi somente em 1969 que as autoridades brasileiras decidiram dar uma resposta enérgica e profissional à luta terrorista, criando os órgãos de segurança que viriam, nos anos seguintes, dar um fim às ações armadas.

No entanto, a guerrilha rural do Sul do Pará, inspirada nos livrinhos vermelhos de Mao Tsetung, e a guerrilha urbana dos grandes centros, originada das tertúlias intelectuais de Regis Debray e das aventuras de capa-e-espada de Chê Guevara, provocaram uma reação não prevista pelos comunistas em suas cartilhas doutrinárias. Desencadeando a luta armada sem o apoio da população, as organizações militaristas, na verdade, só distanciaram-se e isolaram-se das massas que pretendiam empolgar.

Os órgãos de segurança, integrados por militares e policiais que, patriótica e conscientemente, cumpriam as determinações dos seus chefes, infligiram uma contundente derrota nos terroristas que, covardemente, fugiram ou exilaram-se em outros países.

A partir de 1979, com a Lei da Anistia, os comunistas regressaram e, gradativamente, passaram a ocupar posições nos diversos escalões da República e dos estados, transformando-se de criminosos em "heróis" e de terroristas em "idealistas políticos".

Hoje, enquanto o comunismo jaz destroçado em quase todo o mundo - inclusive em seu berço -, no Brasil, quintal das ideologias extremistas, seus seguidores posam, capciosamente, como "defensores" de uma democracia que tentaram e ainda tentam acabar. Continuam com suas mesmas idéias retrógradas, buscando, mais uma vez, iludir o povo brasileiro. Ter agido como terrorista ou como comunista, no passado, passou a ser considerado, hoje, como um procedimento "politicamente correto" e como um importante ponto de referência em seus currículos.
Facciosamente endeusados pela mídia e abrigados por algumas autoridades, deturpam e invertem a história, arvoram-se em senhores da verdade e, quais patrulhólogos de plantão, desenvolvem um revanchismo odioso, célere em perseguir e, mesmo, destruir todos aqueles que lutaram para impedir seus desígnios.

A "democracia" que nos está sendo imposta não prima pelo império da lei, mas pela licenciosidade e pela impunidade que acobertam, sob o manto de uma falsa política de "direitos humanos", as ações criminosas dos bandidos, dos sem-cidadania, dos sem-terra, dos sem-teto e dos sem-pátria.

Reunidos em 25 de julho de 1998, 32 anos passados das hediondas explosões do Recife, um punhado de democratas civis e militares, inconformados com a omissão das autoridades legais e indignados com a desfaçatez dos esquerdistas revanchistas, organizou o grupo "TERRORISMO NUNCA MAIS" (TERNUMA), a fim de resgatar a verdadeira história da Revolução de 1964 e, mais uma vez, opor-se a todos aqueles que ainda teimam em defender os referenciais comunistas, travestidos como se fossem democráticos.

Este "site", que passo a passo irá contar a versão daqueles que derrotaram a luta armada no Brasil, servirá como um ponto de referência para as novas gerações.

Toda moeda tem duas faces. Está na hora de conhecerem a outra ...

O TERNUMA agradece sua visita.
Ir para o topo
Desenvolvimento, Hospedagem e Manutenção por IBS Web.'.