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Involução de Fidel Castro pode ter fuzilado 20 mil pessoas

Por que será que no Brasil (para não ir mais longe) há tantas pessoas inteligentes que fazem questão de ignorar a trágica realidade cubana, que é aplaudida apesar dos pesares, ao mesmo tempo em que são capazes de, hipocritamente, deturpar a verdade histórica brasileira? Se o motivo é ideológico, como parece, não deveriam ser inteligentes!
 
Na América Latina - os novíssimos governantes e intelectualóides “orgânicos” da cepa comunistóide - ou vítima de sua contaminação tóxica se auto nomeiam democratas e ‘elegem’ CUBA e seu ditador como exemplo e guia para os governos da região; com essa conduta ideológica  demonstram não só uma  afinidade ideológica, mas também algo inconfessável pelo excesso de amor patológico em que alguns chegam até os estertores na presença do carcereiro-ditador-democida do Caribe.
 
DADOS DA TRAGÉDIA CUBANA:
“ações democráticas” do kamarada Fidel Castro desenvolvidas no período de 1959 a 2004 - com uma eficiência nunca vista antes, sob os aplausos orgiásticos da militância:
- 56.212 fuzilados no "paredón";
- 1.163 assassinados extrajudicialmente;
- 1.081 presos políticos mortos no cárcere por maus tratos, falta de assistência médica ou causas naturais;
- 77.824 mortos ou desaparecidos em tentativas de fuga pelo mar.
Total: 136.288 cubanos mortos pela ditadura de Fidel Castro.
 
DETALHE HISTÓRICO: na cruel, desumana e genocida ditadura militar brasileira – foram mortos/desaparecidos – 301 pessoas, REPITO 301 pessoas que de modo geral pegaram em armas, seqüestraram, roubaram assassinaram e cometeram atentados contra civis inocentes e, com esses atos geraram milhares de aposentadorias, pensões e aposentadorias milionárias.

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