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Onde eles estão?

CHIZUO OSAVA
("FERNANDO", "MARIO JAPA")

-Organização terrorista: VPR/SP

- Em 26 de julho de 1968, participou da tomada da Rádio Independência, em São Bernardo do Campo/SP, para leitura de mensagem subversiva redigida por Carlos Marighella.
 
- Em Set 69, participou do I Congresso da VAR-P (Vanguarda Armada Revolucionária - Palmares), "Congresso do Racha", numa casa em Teresópolis, como convidado, só com direito a voz, chegou no meio do Congresso.

- Membro do "Racha dos 7", restaurando a VPR.
 
- Em Nov 69, foi fazer curso de guerrilha na Argélia.
 
- Foi por intermédio de Chizuo Osava que Celso Lungaretti, utilizando de um nome falso - Lauro Pessoa - comprou de Manoel de Lima e de seu sócio Flozino Pinheiro de Souza, por três mil cruzeiros, o Sítio Palmital, situado na região de Barra do Azeite, na altura do Km 254 da BR-116, antiga BR-2, rodovia que ligava São Paulo a Curitiba. Eram 40 alqueires de terras, 30 km ao sul de Jacupiranga. O sítio serveria de área de treinamento para a VPR.

- Em 27 Fev 70, Chizuo Osava sofreu um acidente na Estrada das Lágrimas, em São João Climaco/SP. Ao ser socorrido, foi encontrada farta documentação e armamento dentro do seu carro, o que provocou sua prisão. Lamarca e o comando da VPR, ao tomarem conhecimento do fato, ficaram apreensivos.
 
 "Mario Japa" já tinha estado na área em Registro, e poderia, ao ser interrogado, "abrir" a preparação guerrilheira da organização. Era necessário libertá-lo rapidamente para preservar o sigilo das operações no Vale da Ribeira. Era preciso, urgentemente, fazer um operação que o libertasse, ação concretizada em 11 Mar, o seqüestro do do Consul japonês em São Paulo.
 
- Em 14 Mar 70, foi um dos 5 militantes comunistas banidos para o México, em troca do Cônsul do Japão.
 
- Logo após o banimento de Chizuo, Almir Dutton Ferreira enviou um de seus contatos, Maria Adelaide Valadão Vicente, aeromoça da BRANIFF, ao México, a fim de saber o que Chizuo havia falado. Num "ponto", ao qual também compareceu Diógenes José Carvalho de Oliveira, Maria Adelaide entregou 8.000 cruzeiros a Chizuo e ficou sabendo que a "repressão" pensava que a área era em Goiás. Transmitida a notícia, a VPR ficou tranqüila por mais um mês.
 
- Retornou ao Brasil após a promulgação da Lei da Anistia, atualmente, é correspondente da Interpress Service.

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