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A PALESTRA E A DECISÃO DO COMANDANTE DO EXÉRCITO. // Gen Bda Paulo Chagas - 13/12/2017

Caros amigos
As decisões de comando, dentro dos limites da sua autoridade e das normas regulamentares, são legítimas e devem ser, antes de mais nada, respeitadas e executadas.
Assim, baseado no conhecimento e na irrestrita confiança que tenho no soldado, no amigo e no cidadão que comanda o Exército de Caxias, General Eduardo Villas Bôas, dispenso-me de emitir qualquer juízo de valor sobre os fatores que o levaram à difícil decisão de abrir mão, prematuramente, da incontestável competência de um amigo – integrante do seu Alto Comando – como o General Antônio Hamilton Mourão.
Ambos têm o Exército, a sua coesão e o respeito à disciplina e à hierarquia acima de si próprios e sabem que levar esse triste episódio a bom termo e apenas à luz dos regulamentos é fundamental para a preservação desses valores e para a manutenção da tão frágil e ameaçada estabilidade nacional.
Em que pese o respeito ao julgamento do Comandante e à inquestionável sabedoria das normas de conduta aplicadas aos militares, colho o ensejo para ressaltar que, salvo outro juízo, o SOLDADO, detentor do direito e da obrigação de votar e, por conseguinte, de participar da vida política do País – na ativa, na reserva ou reformado – é, antes de tudo, um CIDADÃO que, fora do exercício da sua função militar, tem o direito e o dever de exercer a sua “CIDADANIA”.
O militar não é e não pode ser visto ou tratado, portanto, como cidadão de segunda classe – afastado da realidade do País, sem direito à indignação, condenado ao silêncio e à resignação -, quando exerce seus direitos e deveres e por eles se manifesta dentro dos limites do regulamento.
É como vejo e interpreto o fato.

O TERNUMA agradece sua visita.
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