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SENADORA GLEISI HOFFMANN ABRE O JOGO! // Gen Bda Paulo Chagas

Caros amigos
“O principal inimigo que nós temos são os golpistas, essa classe dominante que nunca colocou o povo como sujeito da história, essa classe que só quer acumular capital, essa direita. Temos que garantir que em 2018 a gente tenha um processo democrático, porque corremos o risco inclusive de não ter eleições com essa crise institucional” (Gleisi Hoffmann).
Essas afirmações da Senadora petista merecem um exercício de interpretação.
Os "golpistas" a que ela se refere fizeram, junto com ela e com todos os demais corruptos, parte governo deposto legitimamente pelo Congresso. Trata-se da mesma classe dominante que, de fato, nunca quis fazer do povo o sujeito da sua ação, pelo contrário, fez dele escravo de uma miragem e a massa de manobra que - iludida e comprada com bolsas, sanduiches e cotas, mantida na pobreza, ignorante, doente, insegura e sem perspectivas - os garantiu no poder por malditos 13 anos!
Ela desdenha do efeito da verdade sobre a consciência do povo esclarecido e, imaginando que ainda pode fazer-se de santa desapegada do poder e da riqueza, acusa os outros daquilo que fez e daquilo que ambiciona, como se o mundo todo ainda não soubesse quem, de fato, acumulou capital ilícito ao ponto de quebrar o Brasil!
Por fim, em curtas palavras, faz uma ameaça velada ao afirmar que o pleito eleitoral pode não ser realizado se, por força da aplicação da lei, o líder da "orcrim" for impedido de participar, chamando a isso de "crise institucional".
A organização criminosa que hoje ela chefia pretende inscrever na próxima eleição à Presidência da República um bandido condenado a mais de 9 anos de cadeia pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e ela sugere que a garantida da sua participação é que tornará o processo "democrático". Santa hipocrisia!
Fica a pergunta cuja resposta talvez esteja nas entrelinhas da declaração da Senadora: Quem é que tem interesse na criação de um ambiente de insegurança generalizado, visando a desestabilização do País, "com risco inclusive de não ter eleições" em 2018?
A ação de vândalos nas fazendas Igarashi e Curitiba, em Correntina, na Bahia, no melhor estilo terrorista do "exército do Lula", entre outras evidências, pode dar uma pista para a resposta a essa pergunta.

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