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REVOGAÇÃO DA MUDANÇA DE NOME DA AVENIDA PRESIDENTE CASTELO BRANCO, EM PORTO ALEGRE. // Gen Bda Paulo Chagas

Caros amigos
A “campanha da legalidade”, não passou de uma tentativa de dar plenos poderes à João Goulart, o que foi presidente sem nunca ter sido, aquele que, quando os teve, levou o Brasil a uma crise, até então, sem precedentes na história e que culminou com o que Jacob Gorender, comunista histórico, referiu-se – em seu conhecido livro, Combate nas Trevas – como “golpe preventivo” da direita, realizado “antes que o caldo entornasse”.
Populista por formação, Jango julgava ser mais esperto do que seus aliados vermelhos e praticava uma política hesitante que teve como resultado o caos econômico, político e social e que acabou por contaminar o tecido militar na forma de indisciplina e quebra da hierarquia.
A “Legalidade” deu-lhe o poder e levou-o ao limbo de sofrer um golpe de seus “aliados” que, além de tirá-lo do governo, com certeza, o levaria à morte no paredão, como reza a cartilha e a tradição comunistas!
Salvou-o do triste e violento fim o “golpe preventivo” que, em 31 de março de 1964, sob a liderança do estadista e soldado Humberto de Alencar Castelo Branco, representando a vontade nacional, mudou, para sempre, o rumo e o destino do Brasil e, de fato, às custas de uma luta armada, preservou a democracia, hoje solapada pelos mesmos fieis seguidores da utopia totalitária.
A ânsia pelo poder a qualquer custo nunca deixou de ser o objetivo da esquerda radical travestida de populismo irresponsável. O momento atual, quando, em queda vertiginosa, o Brasil, mais uma vez, persegue o fundo do poço em que foi lançado pelos invariáveis parasitas da “legalidade” que fez de Jango Goulart o protagonista do caos.
Como é possível, então, que a cultura do povo gaúcho não o faça aperceber, à luz dos fatos atuais, que a mudança do nome da Avenida Presidente Castelo Branco para Avenida da Legalidade e da Democracia foi uma distorção da história? Ela própria, nos ensina que a campanha da legalidade, ao contrário do que sugere a sua associação ao regime democrático, nada mais foi do que a plataforma que permitiu ao comunismo internacional, pela segunda vez, tentar eliminá-la no Brasil!
Castelo Branco, brilhantemente, deu os primeiros passos em sua carreira de soldado no Colégio Militar de Porto Alegre. Galgou da mesma forma todos os postos da hierarquia. Integrou a Força Expedicionária Brasileira na campanha da Itália. Foi Comandante da Escola de Estado Maior do Exército e Chefe do Estado Maior do Exército, função em que tornou-se a figura de proa na coordenação das ações civis, militares e políticas que se fizeram necessárias para que os brasileiros se salvassem da investida dos que usaram o argumento da “legalidade” para atentar contra a democracia e a liberdade, valores tradicionalmente caros ao povo rio-grandense.
O movimento liderado pela Vereadora Mônica Leal para revogar a mudança de nome da Avenida Presidente Castelo Branco e o equívoco que encerra merece a atenção e o apoio de todos os gaúchos e, em particular, da sociedade porto-alegrense.
É o que penso e o que espero dos homens e das mulheres da terra que adotei por força de atavismo familiar e da admiração que, desde sempre, lhe dedico.

O TERNUMA agradece sua visita.
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