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O BRASIL VAI GANHAR, DOA A QUEM DOER! // Coronel da Reserva do Exército Brasileiro Francisco Vanderlei Teixeira de Oliveira - AMAN 1975 - 18/03/2017

Nunca antes na história desse país foi tão significativo o conteúdo da declaração espontânea da ex-presidente Dilma, sobre a qual nós brasileiros precisamos nos debruçar, mas também podemos analisar o que disseram outros líderes que nos são caros.
“Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem quem perder, vai ganhar ou vai perder. Vai todo mundo perder.” (Dilma Rousseff, ex-presidente, FILOSOFIA)
Encerrado o processo para o afastamento da presidente Dilma, há cerca de um ano, grande parte dos brasileiros passou a acreditar que a mudança de governo, com a assunção natural e legal do vice-presidente Temer, traria novos ares para a retomada do rumo perdido. Foi assim que parcela significativa da população entendeu quando foi para as ruas em apoio ao impeachment. Era essa a mensagem deixada pelos que conduziram o processo legal de afastamento, os nossos políticos no Congresso.
“O mundo verá o que eles farão com tanta democracia. Jogarão a Nação num lamaçal de dimensões continentais, onde o povo afundará na corrupção, na roubalheira, na matança, até que se instale o caos social seguido de uma inevitável guerra civil. Chegado este momento, o povo reclamará nas ruas pela Democracia implantada por nós em 1964.” (João Figueiredo, ex-presidente, PROFECIA)
Diante dos descalabros administrativos que se perpetuaram nos 13 anos de governos do PT, envolvendo os maiores líderes da legenda e, principalmente, colocando no centro do furacão o ex-presidente Lula, por envolvimento direto em vários malfeitos, foram por água abaixo os argumentos do “golpe”, como foi batizado o impedimento da presidente Dilma pelos PTistas. Ficaram para registro o “mensalão”, o “petrolão” e o andamento a Operação Lava Jato. Além dos fantasmas que rondam o BNDES, Fundos de Pensão, Correios, JBS, Odebrecht, OAS, sitio em Atibaia, tríplex em Guarujá, etc.
Vários nomes já testados e consagrados na política e na administração pública foram alçados aos vários cargos de relevância para o bom andamento da máquina federal no governo Temer. Era como se o “velho” tivesse se submetido a uma intervenção cirúrgica e a uma lavagem cerebral e incorporado um “novo” e importante papel para conduzir os destinos da Nação.
Os velhos e conhecidos caciques da política nacional, escondidos sob o manto da honestidade e da probidade, começaram a cair diante dos fatos por demais sabidos sobre as suas práticas pouco republicanas nas questões de interesse nacional. Foram sendo abatidos rotineiramente, pelo simples fato de que tinham seus nomes ligados a diversas práticas ilegais e vergonhosas durante anos a fio. O partido de Temer, o PMDB, sempre esteve nos bastidores das negociatas, estando na composição de apoio a todos os governos da era da redemocratização.
Surge agora uma nova “bomba relógio” na política. Delações premiadas em várias situações levam para o fundo do poço um sem numero de políticos de renome e de todos os partidos. O também grande PSDB acaba de se enrolar no quadro de sujeira definitivamente, com a queda do seu atual presidente, Senador Aécio Neves, com atos que atentam contra a moralidade e a legalidade. O próprio presidente Temer tem o seu nome envolvido em delação de empresários da JBS, que citam propinas e tentativas de obstrução da justiça. Como todos os outros, Temer nega e se coloca acima de qualquer suspeita. Demos tempo à justiça para que os fatos sejam apurados e os responsáveis penalizados.
”O Brasil encontra-se em uma encruzilhada. É possível avançar na implementação do Estado de Direito e no fortalecimento da democracia, o que exige o enfrentamento da corrupção sistêmica. Ou é possível retroceder ao status quo anterior, de desenfreada corrupção sem responsabilização. A passagem entre um modelo de privilégio para um modelo de responsabilidade não se faz sem turbulência.” (Sergio Moro, Juiz Federal, REALISMO)
Diante de tantos fatos que se apresentam e do seu imprevisível desdobramento, devemos continuar acreditando e depositando toda a esperança nas nossas instituições democráticas. O amadurecimento político do nosso povo, que tem sido bastante participativo, vem impulsionando os agentes públicos nos três poderes da República a agirem de forma a mudar as suas atitudes e a aperfeiçoarem a relação na busca da satisfação dos interesses mais amplos do povo brasileiro. Somos uma Nação rica e temos tudo que se pode esperar para a obtenção do PROGRESSO que leve mais conforto e segurança ao nosso povo. Não devemos abdicar da ORDEM necessária para que os parâmetros mais elevados em todas as áreas sejam atingidos. Devemos ser cada vez mais os atores desse processo. Não permitiremos que nada e nem ninguém mude o nosso projeto de Brasil grande e justo.
“Hoje, os militares não desejam o poder ou identificam motivos para nele interferir, o que contribui decisivamente para nossa estabilidade democrática. Porém, temem que a irresolução da crise e seu agravamento os tirem dos quartéis, onde cumprem com disciplina e compromisso seus deveres profissionais e institucionais.” (Raul Jungmann, Ministro da Defesa, PRATICISMO)
Pensando e agindo assim, teremos a certeza de que o Brasil vai ganhar, doa a quem doer!

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