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CONSIDERAÇÕES SOBRE O ATUAL MOMENTO BRASILEIRO (PARTE II). A GUERRA CIVIL. // Robson Merola de Campos - Advogado

Não se pode jamais esquecer que é justamente o absurdo volume de tributação a que está sujeito o brasileiro que sustentou e sustenta o enriquecimento absurdo das empreiteiras e políticos brasileiros. Se tal arrecadação tributária fosse revertida integralmente em benefício da população, não precisaríamos de muitas das “reformas” que hoje são propostas. O Brasil com certeza estaria entre um dos países mais ricos e com melhor índice de desenvolvimento social e humano do mundo. O brasileiro não precisa de esmolas como bolsa família. Necessita urgentemente do retorno dos impostos escorchantes que pagamos. Compreender-se isso é essencial para atentar para a envergadura da tarefa que desponta diante de todos os brasileiros patriotas. Não estamos apenas diante de uma quadrilha de criminosos: sua organização lembra a máfia e sua atuação tem sido calamitosa para o povo brasileiro nas últimas três décadas. Não basta colocar atrás das grades aqueles que cometeram crimes: torna-se premente garantir que no futuro os mesmos crimes não sejam cometidos. O criminoso tem que temer a sanção estatal, caso contrário, estará aberta a porta para o sentimento de impunidade que alavanca a atividade criminosa.
Diante da calamitosa situação atual percebemos que a destituição da ex-presidente Dilma Rousseff não afastou do Brasil a dominação esquerdista a que temos sido continuamente submetidos nas últimas décadas. Essa dominação ideológica se iniciou muito antes de 1985. A nefasta atuação da esquerda não tem paralelo na nossa história. Seu viés se divide no espoliamento da coisa pública (em proveito próprio e de pequenos grupos de apaniguados) e na implementação de políticas de desagregação moral, social e familiar. Infelizmente, a história contemporânea demonstra que eles obtiveram grande sucesso nas duas frentes.
O que fazer, então? Infelizmente, os fatos atuais demonstram que a maioria esmagadora dos integrantes dos três poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário) não está interessada em moralizar o Brasil e nos conduzir ao futuro que merecemos e sonhamos. Será então que apenas uma ruptura violenta do status quo será capaz de fazer o Brasil amadurecer enquanto nação e caminhar em direção ao futuro almejado? Tal ruptura, ainda que desejável, envolve riscos em diversas esferas. Há o risco de violência generalizada. Entretanto, convenhamos que, no Brasil atual, a violência já grassa entre todas as nossas cidades, sem distinguir tamanho ou localização geográfica. Estamos, por assim dizer, acostumados a viver em um clima de permanente guerra civil. Apenas para citar uma única estatística nos três primeiros meses deste ano aconteceu uma média diária de 17,6 homicídios no Estado do Pernambuco. O Brasil já está em guerra. E os cidadãos honestos estão perdendo a batalha do dia-a-dia contra a violência.

(continuará...)

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