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Ternuma- Bsb
Os lúdicos e trêfegos eventos do MST Ternuma Regional Brasília Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira Certamente, o MST sabe perturbar a paciência alheia, ou melhor, tenta, pois o brasileiro é imperturbável, e disfarça que não vê; quando não acredita que o MST é uma apenas uma quimera. Ou, ainda, como a maioria “não é grande nem pequeno proprietário de terra...”, deve imaginar que as invasões estão ocorrendo alhures, ou noutras galáxias. Às vezes, custamos a crer que um movimento tão arcaico e retrógrado exista, e o pior, sobreviva, sem qualquer registro, embora tenha chefes, porta–vozes, endereços (?), contas bancárias (?), bancada no Congresso, recursos incalculáveis, e uma estrutura organizacional de fazer inveja. Contumaz e viciado em atos desta natureza, sua logística é de fazer arrepiar qualquer força militar. É fascinante a sua capacidade de mobilização, deslocamento e sincronia. Muitos não se cansam de elogiar a movimentação coordenada da “milícia do campo”. O MST é, sem dúvida, uma poderosa massa de manobra. Os mais pessimistas podem imaginar o quê os “milicianos” poderão fazer, caso recebam ordens do “comando supremo” para agitar, impedir, aterrorizar, subverter e pressionar. Caso sejam armados, nem é bom pensar. Ou, quem sabe, seria bom e salutar? Acostumamos a testemunhar, cotidianamente, as múltiplas, e bem propagadas pela mídia, ações do impoluto e impune agrupamento anti-social, e as virulentas ameaças de seus líderes, que elas não nos perturbam, nem as violentas ações, nem as ameaçadoras declarações, nem... Assim, quando desencadeiam o “abril vermelho”, seu mais orgiástico espetáculo, ele já faz parte da nossa agenda e somos tão condescendentes, que nem ligamos, “pois não somos nem pequenos nem grandes...” pelo contrário, nas fazendas a serem invadidas, seria de bom alvitre alertar os proprietários, para que negociassem com os líderes do movimento, para não causarem muitos danos, pois não seria remota a hipótese de que a propriedade passasse às mãos do MST. O “ajuste” tentaria ser palatável para os proprietários, cientificados para “relaxar e gozar”. Seria pôr em prática, desde já, o futuro 3º PNDH. Nas repartições do INCRA, as mais visadas pela “milícia agrícola”, pois é “tropa amiga”, os seus chefes, previamente, retiram os cadeados e as trancas para facilitar o acesso dos “paramilitares”. As seguranças são desativadas, e os guardas procedem como se fossem os anfitriões. Realmente, há um conúbio legal entre o MST e o INCRA, e não sabemos onde começa um, e termina o outro Acintosamente, as autoridades não escondem suas preocupações com o bem - estar e a saúde dos “perambulantes zumbis”, por isso, cestas básicas, ambulâncias e outros apoios cerram para os locais de ajuntamento para facilitar a vida daquela “brava gente brasileira”. Isso, em eventos nas áreas cobertas, pois se ocorrerem na via pública, um bloqueio de estrada, por exemplo, com ou sem cobrança de pedágio, como sói acontecer, lá estarão o aparato policial para protegê - los e todos os apoios (saúde e outras necessidades de 1ª ordem) para a execução de uma bem - sucedida invasão (geralmente a ocupação corre às mil maravilhas, pois quem é doido para se meter a besta com a proteção policial dos invasores). Portanto, diante da convicção de que as ações do MST são contrárias às disposições da lei, mas moralmente legais (?) sob o viés social, o desgoverno, clarificou no 3º PNDH, que os considera como atos passíveis de legalização, e ratifica a sua posição, ao negar - se a adotar qualquer medida preventiva, que dirá repressora. Diante desta cristalina verdade, o povo dá de ombros e pensa...como não somos nem pequenos nem grandes ....” Brasília, DF, 21 de abril de 2010 |