Ternuma-Bsb
A
FORMAÇÃO DAS NOSSAS GUARDAS REVOLUCIONÁRIAS
Ternuma Regional Brasília
Gen. Bda Refo Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Uma das características dos regimes de esquerda é o seu visceral matiz
populista.
Na sua empreitada, usam e abusam de subterfúgios para atrair e cooptar para os
seus projetos de poder, as massas humanas. Contudo, como sabem os seus
condutores, a urbe é amorfa, inerme e de pouco ou nenhuma valia será para os
seus planos.
Cabe, aquietar e adormecê-la com promessas e esmolas.
Ao populacho, cumpre dividi-lo em segmentos, mais fáceis de serem conduzidos
(lembram-se de como são domesticados porcos selvagens?). Identificados os
setores propícios, a sua cooptação poderá ser efetivada de diversas maneiras,
inclusive pela exacerbação de suas reivindicações, e pela fomentação de posturas
e posições intransigentes.
Depois, basta alimentar o novo monstrinho, afagá–lo, e propiciar-lhe os meios
para torná-lo uma bomba ambulante.
A criação de uma miríade de Ministérios, principalmente os ligado à área social
nos mostram como o desgoverno esta adiantado nesta área. Além disso, de forma
legal (?), mas flagrantemente desonesta, e sem esconder suas reais intenções,
através de Autarquias e Estatais como a Petrobrás, o Banco do Brasil, a Caixa
Econômica, sem esquecer os demais organismos que se prestam a este tipo de
escamoteação, o desgoverno reverte às claras recursos para a sustentação destes
movimentos subversivos.
As verbas, apesar de indecorosas, são repassadas sob a capa da real intenção de
beneficiar aquelas entidades, todavia, não para o seu efetivo usufruto, mas para
serem utilizadas e aos seus títeres e sua importância simbólica, em prol dos
projetos do desgoverno.
Não sem razão, dias atrás emergiu na imprensa, um antigo recado do “nosso guia”
para a área jurídica, e a ameaça da “metamorfose” foi, que se uma determinada
decisão não acontecesse, conforme os seus desejos, ele colocaria o seu “bloco na
rua”, referindo – se às estripulias que as entidades co - irmãs da esquerdalha
poderiam fazer.
A ameaça procede, pois assim como na China de Mao, aquele líder açulou, quando
conveniente, suas “Guardas Vermelhas”, constituídas por estudantes fanatizados,
aqui, como no Irã, na Coréia do Norte, na Venezuela, em Cuba, e noutros países,
os dirigentes comunistas, astutamente, desarmam as populações, e constituem e
armam suas “legiões”, que designam de milícias populares, pretendendo que seu
levante caracterize um clamor aceitável e, por conseguinte, legítimo.
Aqui, pouco a pouco, vamos formando e fortalecendo a(s) nossa(s) milícia (s), e
estão certos aqueles que afirmam que o “golpe” em Honduras, não ocorreria por
aqui. Hoje, o “nosso guia” possui tal poder, que se lhe der na telha, poderá
assumir, tal como Fidel, em Cuba, a governança perpétua ou velada deste País.
Estamos seguros em afirmar que, com base no adestrado MST, o apoio da grande
imprensa, o conluio do Congresso, a conivência do judiciário, o suporte da Força
Nacional de Segurança, a mobilização dos sindicatos e o barulho dos estudantes
(através da inefável UNE), o “nosso guru” poderá fazer desta Nação, o que lhe
der na telha ou lhe for mais conveniente (já designou a sua sucessora).
Em Honduras, Zelaya foi impedido de dar o seu golpe, o do “Referendo” ao arrepio
das leis, pois as demais instituições estavam atentas e repudiaram a tentativa.
Nós, ao contrário, não temos as mesmas armas, nem qualquer arremedo de oposição,
e as nossas instituições estão falidas, e não se atreveriam a contrariar os
desígnios do “chefe”.
Mas, enquanto isso, o desgoverno, pelo sim ou pelo não, para evitar dissabores
futuros, vai fortalecendo e adestrando suas milícias.
Não por acaso, MST, UNE, indígenas, gays e lésbicas, negros, quilombolas, sem
teto, e uma infinidade de quistos e minorias sociais estão sob o guarda chuva da
esquerda.
Um dia, caso a sociedade não se comporte, ela sentirá o peso das hordas
petistas.
Brasília, DF, 27 de Julho de 2009.