Ternuma-Bsb
BREVE
NECROLÓGIO DE UM DESTEMIDO PATRIOTA
Ternuma Regional Brasília
Por Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira
GEN. DIV REFORMADO AGNALDO DEL NERO AUGUSTO.
O lastimável passamento do respeitado militar e querido Chefe de FAMÍLIA foi uma
dolorosa e prematura perda para a sua dileta esposa e filhos.
A PÁTRIA perdeu um vibrante nacionalista.
O EXÉRCITO, um oficial de escol.
A nobre CAVALARIA, um emérito cavaleiro.
A ATIVIDADE DE INFORMAÇÕES, um profissional exemplar.
O TERNUMA (ONG Grupo Terrorismo Nunca Mais), um batalhador.
Os AMIGOS, um leal companheiro.
Os PERSEGUIDOS, por terem cumprido sua missão para impedir o sucesso da
tentativa comunista, um defensor.
Os INDIGNADOS com o revanchismo, com as perseguições e com as inverdades
propaladas pelos terroristas que intentaram implantar no Brasil uma revolução
comunista em 1964, e prosseguiram nos anos seguintes com suas torpes ações para
a tomada do poder, perderam um desassombrado militar que sempre invectivou os
maus brasileiros, por meio de seus constantes escritos, verdadeiros libelos
contra as tentativas de desmoralização do Exército Brasileiro.
Os comunistas que, através da quebra da lei e da ordem, do terrorismo, de
assaltos a bancos, quartéis, de atentados, de seqüestros e assassinatos se
empenharam em tomar o poder à custa da luta armada, tiveram sua história de
atrocidades desnudadas pela pena do corajoso militar, que denunciou a sua
verdadeira trajetória de barbárie, de mentiras e de auto-elogios nas suas duas
principais e vigorosas obras: "A Grande Mentira", livro editado em 2001 e, bem
antes, na década de 1980, com o "ORVIL" ("Livro", na ordem inversa), do qual foi
o coordenador e um dos autores, em que são minuciosamente descritas as quatro
tentativas de conquista do poder, pelos bolchevistas, em nosso Brasil (valioso
documento, hoje disponível na internet).
Assim, a MEMÓRIA NACIONAL perde um dos seus mais fidedignos cultores.
A VERDADEIRA HISTÓRIA do avanço comunista no Brasil perde uma correta e
imparcial testemunha.
O TERNUMA
diante do infausto, ajoelha-se se em respeitoso preito de pesar e justa
deferência ao inesquecível amigo, para em último e sentido adeus, acompanhar
seus restos mortais para sua derradeira morada às 0930 horas de 11 de julho, no
Cemitério da Boa Esperança, em Brasília, DF.
Brasília, DF, 10 de julho de 200